Ciclo Agosto/26 — Julho/27

Por Vanessa Lobato — 18 anos gerindo fazenda, não estudando fazenda.
O primeiro é você não saber o que acontece dentro da sua própria fazenda.
Versão digital em PDF — você imprime e começa a usar hoje mesmo.

18 anos na gestão da própria fazenda
Consultora de gestão em grãos e pecuária
Palestrante na Agroadvance
Criadora do Desafio Safra
Digital. Você recebe o arquivo PDF, imprime e usa o ano inteiro. É de propósito: caderno de fazenda vive na caminhonete, no barracão e no escritório, não na tela.
Se você travou em alguma, não é falta de trabalho. Você trabalha demais. É que a informação da sua fazenda está em seis lugares diferentes e nenhum deles conversa com o outro.
E enquanto o número não aparece, sobra sempre a mesma conversa: o mercado que não sobe, a revenda que ganha mais que você, o armazém que desconta na umidade e na impureza, o imposto que come, a chuva que não veio, o vizinho que quebrou.
Tudo isso é verdade. E tudo isso está fora do seu alcance.
O que está dentro do seu alcance é o único que você não olha.
O produto
O Caderno Safra acompanha o ciclo de agosto a julho. Você registra o dia a dia, e ele te devolve o ano.
São sete frentes da fazenda num documento só: quem é a sua empresa rural, onde ela está sangrando, a chuva e o mercado dia após dia, a sua gente, o seu estoque, as suas máquinas e o seu dinheiro — do primeiro financiamento ao balanço da safra.
Cada uma vira uma folha. E cada folha te devolve um número que hoje você não tem.

Essa é a Roda. Oito áreas da fazenda, nota de 1 a 10. No dia que você preenche, a fazenda inteira aparece num desenho só — e a área mais curta é por onde o dinheiro está escapando.


O caderno não te dá a resposta. Ele te devolve a sua pergunta com o número do lado.
São 18 anos gerindo fazenda. Cada folha nasceu de um problema que eu vivi:
nasceu no dia em que meu marido precisou da média dos três últimos meses para fechar um contrato de arrendamento. Todo dia chegava o preço no WhatsApp. Todo dia eu lia e apagava. Na hora que precisei, tive que ligar na cerealista.

nasceu quando um produtor que eu atendo plantou milho e eu percebi que estava acompanhando só a soja.
nasceu no Tocantins, quando a conversa em casa virou "a arroba subiu, a arroba desceu" e eu não sabia dizer se subiu muito ou pouco.
nasceu porque o funcionário parava a caminhonete pedindo cem reais e ninguém anotava em lugar nenhum. Meu pai anotava na última folha da agenda dele. Ele acertou na intenção e errou no lugar.
nasceu porque, na hora que o funcionário pede folga, o produtor esquece quantos domingos aquele homem colheu.
nasceu porque eu queria fechar o meu ano de chuva. O meu, não o da região.
Na maioria das fazendas quem escreve no caderno é a secretária, o gerente agrícola ou o agrônomo. Está certo assim.
Seu trabalho é outro: no fim do mês você abre a folha do Resumo, olha quatro campos (ganhei, gastei, investi, quitei) e decide.
Não é mais um sistema para você aprender. É uma folha para alguém preencher e para você ler.
As 8 aulas
Por isso ele não vem sozinho. Vêm 8 aulas gravadas, comigo, mostrando cada folha na tela: o que escrever, quem escreve e o que fazer com o número depois.
Uma aula por frente da fazenda — do retrato da sua empresa rural até o fechamento da safra, com os seis números na sua mão.
Cada aula termina com uma tarefa. Se você fizer as oito, em julho você tem o seu número.

Aula 06 · Máquinas e hora-máquina

Quem sou eu
Administradora com foco em agronegócio. 18 anos gerindo fazenda, não estudando fazenda.
Meus avós conquistaram terra. Meu pai conquistou terra. Eu vim para que a terra fique.
Porque eu vi terra conquistada com muito sacrifício se perder depois, e não foi por falta de trabalho. Foi por falta de gestão.
Hoje eu faço consultoria e mentoria de gestão agrícola em fazendas de grão e de pecuária. Já palestrei para a Agroadvance, em Piracicaba. Crio o Desafio Safra e o Encontro de Gerentes e Colaboradores do Agro.
O Caderno Safra é a coisa que eu mais uso e a que eu mais entrego.
Não vou prometer que você vai economizar tanto por cento. Não vou dizer que você vai lucrar tantos reais por hectare. Quem promete isso não sabe do que está falando ou está te vendendo susto.
O Caderno Safra não decide por você. Ele não corta despesa, não negocia com a revenda, não vende sua soja na hora certa.
Ele faz uma coisa só, e faz bem: ele coloca a informação da sua fazenda na sua mão.
O que você vai fazer com ela é decisão sua. E é aí que está o dinheiro.
Você tem 30 dias para baixar, imprimir e usar o Caderno Safra na sua fazenda. Se não fizer sentido para você, devolvo o valor integral. Sem pergunta, sem burocracia.
O preço
Você já gastou mais que isso este mês em coisa que nem lembra. E é exatamente esse o ponto.
No cartão, cabe em até 12x. À vista no Pix, o acesso cai no seu e-mail na hora e você já começa a preencher hoje.
O que está incluído
O caderno começa em agosto. O estoque inicial, a primeira pluviometria e a primeira Roda do Equilíbrio são de agosto. Cada mês que passa é um mês que não volta.
Digital. Você recebe o arquivo, imprime e usa o ano inteiro. É de propósito: caderno de fazenda vive na caminhonete, no barracão e no escritório, não na tela.
Cartão em até 12x ou Pix à vista. O acesso cai no seu e-mail na hora que o pagamento confirma. Você já começa a preencher hoje.
Os dois. Tem folha de mercado da soja, do milho e da arroba. Eu atendo fazenda de grão e fazenda de gado.
Sem problema. O ciclo agosto a julho é a referência do Centro-Oeste. Você ajusta a primeira folha e usa igual.
Se o seu software está alimentado com dado de verdade, todo dia, você já está adiante. Se ele está parado porque ninguém tem o que digitar, o problema não é o software. É a coleta. O caderno é a coleta.
E ali vai estar escrito quanto entrou, quanto saiu e quanto sobrou por hectare.
Não vai ser o mercado que escreveu. Nem o governo, nem a revenda, nem a chuva.
Vai ser você.